sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ESPECIAL: Desvendando as Capas de Harry Potter #1

NOTA: todas as sextas-feiras, durante sete semanas, um especial sobre as capas da série Harry Potter irá ao ar.

Hoje farei uma análise das diversas capas do livro A Pedra Filosofal da série Harry Potter. Decidi deixar as capas americanas de fora, pois são iguais às brasileiras. Não esqueça de deixar um comentário com a sua opinião. :)


FRANÇA: a capa francesa é uma das mais infantis, onde vemos o trio caracterizado de bruxo e Edwiges em frente ao castelo de Hogwarts. Destaque para Hermione, com sua cara de sabe-tudo. Também há uma parte dos galhos de uma árvore (o Salgueiro Lutador?), e ao fundo vemos um(a) bruxo(a) voando. Apesar da capa possuir desenhos simples, é uma das minhas preferidas.


DINAMARCA: nessa capa mais “realista” temos a imagem de um Harry jogando um raio para o céu(?). É impressão minha ou Hogwarts está mesmo situada em um penhasco? Ao fundo podemos perceber três bruxos (estariam eles jogando Quadribol?). Essa capa não me agrada muito.


FINLÂNDIA: só tenho uma coisa a dizer: que capa é essa? Ou melhor, que narizes são esses? Também temos uma mistura de Hermione e Mônica, o que me causou um acesso de risadas por uns bons minutos. No livro, Hermione possui os dentes da frente maiores do que deveriam ser, mas a personagem não merece essa cara, não. E mais: que peças de xadrez mais bizarras, não? O pior é que todas as capas da Finlândia seguem esse padrão...


ALEMANHA: as capas alemãs, assim como as britânicas, possuem duas versões: uma infantil e outra adulta. Mas como nós sabemos, ambas apresentam o mesmo conteúdo, apenas a capa muda. Primeiro, vamos analisar a infantil: uma característica dessas capas é o Harry estar sempre olhando para o leitor. Comparando às capas finlandesas, os personagens, bem como as peças de xadrez e o cenário, estão melhor desenhados, dando assim um tom de “harmonia” à capa. Já na versão adulta, temos duas fotos: uma coruja branca (provavelmente Edwiges), e a outra parece ser uma floresta (?). Não são capas lindas, mas com certeza são melhores do que as finlandesas.


ESPANHA: aqui temos uma capa relativamente bonita, com Harry voando em uma vassoura ao redor de Hogwarts. Também marcam presença a Floresta Negra, Fofo e um unicórnio. Provavelmente você já se deu conta de que a capa possua os mesmos elementos/situações que a capa americana/brasileira, como o Harry tenta pegar o Pomo, o Fofo, entre outros.


UCRÂNIA: há tanta coisa nessa capa que não sei por onde começar. Ao centro temos Harry tentando pegar o Pomo de Ouro. Também muitos outros personagens estão presentes: Dumbledore, Rony (com um tabuleiro de xadrez), Hermione (com uma pilha de livros), Professora McGonagall, Snape, Hagrid (ao fundo) Norberto, e alguns outros alunos que não se pode distinguir. Também há dois unicórnios. Mas o que mais me chamou a atenção é que há três (três!!) castelos. Por favor, me corrijam se eu estiver errado, mas eu vejo três: um à esquerda (ou seria a cabana do Hagrid?), um à direita e outro ao fundo à direita. Muito nonsense.


ITÁLIA: OMG! O que é isso? Nessa capa temos um Harry com um chapéu de rato ao lado de um rato gigante, jogando xadrez. A própria J. K. Rowling já declarou que ela não faz ideia do que essa capa significa. Essa é ainda mais estranha do que a ucraniana.


HOLANDA: considero essa capa uma das mais legais, pois ela não mostra muitos detalhes mas representa bem o primeiro livro da série. Detalhe: no nome da autora há sempre um desenho, que nessa capa é uma coruja com uma carta de Hogwarts. Legal, né??


JAPÃO: é uma das capas mais enigmáticas e diferentes. Temos uma coruja gigante (provavelmente Edwiges), Harry (dentro do Corujal?), um dragão que está em desarmonia com os outros desenhos, e alguns bruxos e bruxas. Devo confessar que possuo uma certa indiferença por essas capas japonesas.



INGLATERRA: a Inglaterra possui três versões: uma infantil (versão que eu possuo) e uma adulta (lançadas primeiramente), e uma versão mais nova, chamada Signature Edition. Na Infantil, temos um Harry confuso em frente ao Expresso de Hogwarts. Na adulta, temos uma capa linda e simples: a capa possui apenas a Pedra Filosofal. Já na Signature Edition, temos um tabuleiro de xadrez. Confesso que sou um pouco indiferente em relação às capas novas.

Considerações finais:
*Capas legais: França, Espanha, Holanda, Inglaterra (versão adulta);
*Capas “nada a ver”: Dinamarca, Finlândia, Ucrânia, Itália;
*Capas indiferentes/meio-termo: Alemanha (infantil/adulta), Japão, Inglaterra (Signature Edition/versão infantil).

E vocês? De quais mais gostam?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

NOVIDADE: Capa de City of Lost Souls


Recentemente, foi revelada a capa do quinto (e, provavelmente, penúltimo) livro da série The Mortal Instruments (ou Os Instrumentos Mortais), escrita pela Cassandra Clare. E já posso adiantar: apesar de eu, na maioria das vezes, não gostar quando a cara do(a) modelo aparece inteiramente, essa capa é uma das minhas favoritas da série. A foto de Jace e Clary está muito boa, e os tons da capa também me agradaram. É claro que teve gente que não gostou, mas é como eu sempre digo: não é possível agradar a todos. 

Aqui no Brasil, o quarto livro da série, City of Fallen Angels, bem como Clockwork Angel (o primeiro livro de uma outra série da Cassandra, The Infernal Devices) serão lançados ainda nessa ano. Então podemos esperar coisas bem legais de Clare esse ano, não é?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Eu li/Estou lendo

Bem, todas as quartas-feiras irá ao ar aqui no blog o post Eu li/Estou lendo, que, como já diz o nome, mostra o(s) livro(s) que eu li e o(s) que eu estou lendo.

Eu li: Caixinha de Madeira, da autora Índigo. Eu nunca tinha ouvido falar nem do livro nem da própria autora. O livro me chamou a atenção por causa da capa, mas quase desisti de comprá-lo quando li o título. Vamos combinar que Caixinha de Madeira não é um nome nem um pouco bom, não é mesmo? Mas, então, eu li uma frase que se encontra abaixo do título: "A correspondência secreta de Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida". Achei interessante justamente por a autora contar, de uma forma diferenciada, a vida dessas três princesas. Enquanto lia o livro, fiquei um pouco irritado com alguns erros gramaticais, mas prossegui a leitura. Caixinha de Madeira é um livro simples que talvez não agrade aqueles mais conservadores quando se fala em Contos de Fadas. É um livro que a gente lê sem esperar muita coisa, e é justamente isso o que temos quando o acabamos. Fiquem atentos ao blog: no próximo mês um exemplar de  Caixinha de Madeira será sorteado.

Estou lendo: Crossed, da Ally Condie. Eu ainda não postei a review de Matched, então, pra quem não sabe, eu realmente adoro o mundo criado pela autora. Assim como seu antecessor, Crossed não está sendo um livro muito rápido, mas ainda assim estou adorando. Cassia é uma personagem determinada, e determinação é uma das coisas essenciais para um personagem. Em breve postarei a resenha. 
Também estou lendo Harry Potter: Das Páginas Para A Tela, e por ser um livro imenso ele aparecerá por várias semanas aqui, no Estou lendo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Meme: Desafio Literário 2012

Este desafio foi lançado pela Lívia, do Wishing a Book, que servirá para os leitores autoavaliarem seus níveis de leitura a partir do número de livros que eles leram em 2012. Níveis de análise:

Nivel 1: 12 livros no ano = Iniciante (Acabei de entrar na brincadeira!)
Nivel 2: 30 livros no ano = Leitor Avido (Peguei gosto por essa coisa chamada leitura)
Nivel 3: 50 livros no ano = Leitor Compulsivo (Leio um atras do outro, e dai?)
Nivel 4: 75 livros no ano =  Bookworm (Sim, sou viciado e muito orgulhoso do meu vicio!)
Nivel 5: 100 ou mais livros no ano = Viciado (Bebo, como e respiro livros. Preciso de uma intervencao!)

Minha meta de leitura para 2012 é um livro por semana, totalizando 52 livros.

Então, o que você está esperando? Divulgue o desafio! Quanto mais pessoas participarem, mais legal fica!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

REVIEW: SHATTER ME


Livro: Shatter Me
Autor(a): Tahereh Mafi
Número de páginas: 338
Editora: Harper
Idioma: Inglês (nível médio)

Sinopse (traduzida por mim):

Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal, mas The Reestablishment tem planos para ela. Planos para usá-la como arma. Mas Juliette tem seus próprios planos. Depois de uma vida sem liberdade, ela está finalmente descobrindo uma força para lutar de volta pela primeira vez – e encontrar um futuro com o garoto que ela achou que tinha perdido para sempre.


Comprei esse livro em parte por causa da capa (sim, eu admito). Apesar de não gostar de capas que mostram todo o rosto do(a) modelo(a), essa me chamou a atenção principalmente por causa das duas frases que se encontram no topo da arte. Achei a ideia bem interessante. Mas devo confessar que o fato de Juliette poder matar apenas com o toque também me deixou curioso para conhecer a estória.

No livro, o Planeta Terra está supostamente morrendo, os animais estão praticamente extintos, há pouca comida e água, quase não há mais vegetação, etc. Com tudo isso, obviamente, a sociedade humana entrou em colapso, e agora quem está no comando é The Reestablishment, que possui um vasto exército.

Juliette começa o livro contando que está trancada em um manicômio há 264 dias. Ela foi separada da família há três anos e nunca teve amigos. Até que, um dia, ela ganha um “colega de quarto”, Adam, e mais tarde é levada até The Reestablishment, e lá são mostrados os planos que eles têm para ela. Só que Juliette é incapaz de torturar ou matar qualquer ser vivo. Ela passou a vida inteira sem tocar ninguém (apenas em algumas situações, acidentalmente), mas mesmo assim foi, e ainda é considerada um monstro por simplesmente ter o dom de matar com o toque.

Eu adoraria dizer que esse é um livro espetacular, mas está bem longe disso. A maneira como a autora Tahereh Mafi escreve não me agradou, pois ela fica repetindo palavras e frases (de propósito, eu sei, mas a leitura parece que não evolui). A primeira metade do livro é muito lenta, excetuando apenas algumas cenas, como, por exemplo, os tempos em que Juliette ia à escola. Não gosto muito de comparar um livro com outro, mas Matched também é um livro lento, porém funcionou para mim. Ao contrário de Shatter Me, justamente porque a autora desse último focou demais no romance. Tudo bem, eu até posso entender tudo pelo que Juliette passou, mas ficou arrastado demais, sofrido demais. Mas da metade para o fim, o livro finalmente engrena e nos é apresentado o personagem mais cativante do livro: James. Não vou falar mais nada, por já seria spoiler.

Pode-se dizer, então, que apesar de não ser uma leitura nem um pouco rápida, Shatter Me agrada em algumas partes, e também emociona quando Juliette finalmente encontra alguém que não a teme nem a despreza. Mas apenas isso. Porém, apesar dessa crítica um pouco negativa, devo dizer que o final do livro me deixou curioso para saber quais serão os próximos passos que a autora dará no segundo e penúltimo livro da trilogia.

NOTA: 3 de 5 estrelas.